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Projeto de prolongamento da Litorânea e implantação do BRT é apresentado na FIEMA


Data: 1 de novembro de 2018
Crédito: Coordenadoria de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Fotos: COCEV FIEMA

SÃO LUÍS – A previsão é que em 24 meses seja finalizada a obra de prolongamento da Avenida Litorânea até a Avenida São Carlos, no bairro Olho d’Água, em São Luís, com a expansão de 1.800 metros, além da reurbanização das estruturas, com padronização dos bares, restaurantes e passeios (ciclovia, estacionamento e calçadas). O projeto foi apresentado na reunião do Conselho Temático de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), presidido por José de Ribamar Barbosa Belo, nesta quinta-feira, 25, pelo presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB) do governo do Maranhão, Lawrence Melo. A obra inclui, ainda, a preparação de toda infraestrutura - na Litorânea e também na Avenida dos Holandeses - para posterior implantação do BRT (Bus Rapid Transit – Transporte Rápido por Ônibus), que representará um novo modelo de transporte público em São Luís.

 

“É importante que toda a iniciativa privada conheça com mais detalhes essa obra, que tem a proposta de revitalizar o bairro do Olho d’Água e adjacências, o que é de interesse dos empresários para o desenvolvimento da nossa cidade, assim como para a instalação de novos negócios na Ilha de São Luís, pelos mais diversos setores da economia”, afirmou José Ribamar Barbosa Belo, que também é presidente do Sindicato da Indústria da Contrução de Obras Rodoviárias do Maranhão (Sindicor).

 

Atrelada à ampliação, está a atração de investimentos para o novo trecho, transformando a área em um corredor de tráfego produtivo. “A primeira informação que o investidor quer saber é, exatamente, qual o aspecto real do empreendimento, para que ele possa ter segurança e possa, dentro da sua programaçao, calcular os riscos desse investimento. A partir do momento que poder público e iniciativa privada conseguem compartilhar essas informações, com relação a todos os aspectos positivos e negativos de um empreendimento como esse, na verdade, nós estamos fomentando outros investimentos oriundos da iniciativa privada”, disse o presidente do MOB.

 

O investimeto total na ampliação é de aproximadamente R$ 140 milhões, em duas etapas, chamadas de lote 1 e lote 2. A primeira consiste no prolongamento propriamente dito, e já foi iniciado, incluindo a intervenção de todo esse novo trecho. “Já estamos também com a ordem de serviço assinada em relação à segunda fase, que vai proceder intervenção na avenida dos Holandeses”. De acordo com o MOB, na etapa em que a obra se encontra ocorreram as primeiras demolições, aproximadamente 35 edificações que se encontravam no curso do prolongamento da Avenida Litorânea foram demolidas e está sendo realizado o nivelamento dessa área, para cocomitante início da drenagem, terraplenagem e contenção do trecho para proteger as construções do impacto das marés. 

 

Transporte BRT – Sobre o BRT, que será instalado depois da obra pronta, a proposta é criar um novo corredor de tráfego como alternativa para quem se desloca das cidades da Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar, por exemplo, para o Centro da cidade, Renascença, Itaqui Bacanga, etc, desafogando o fluxo no trecho Forquilha, Cohab e São Cristóvão, que hoje é o principal caminho para quem mora nesses municípios da Grande Ilha.

 

“Isso vai melhorar de forma prática a vida das pessoas que moram nesses municípios e nesse trecho da Ilha de São Luís, fazendo com que a população perca menos tempo em engarrafamentos”. Estão previstos na obra de implantação do BRT a construção de terminais da integração, um no retorno da Polícia Militar, no Calhau, e outro próximo ao condomínio Alphaville, na Raposa. “A obra terá impacto tanto na mobilidade urbana como na economia, assim como no turismo, tendo em vista que a área será urbanizada”.

 

Participaram da reunião o superintendente da FIEMA, Albertino Leal de Barros Filho, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis do Maranhão (ABIH), João Antônio Barros Filho, além de técnicos do MOB e de empresas de engenharia interessadas no tema.

 

Segundo o superintendente, Albertino Leal, os conselhos temáticos da FIEMA são estratégicos para a defesa de interesses do empresariado do setor. “Esse é o ambiente para a conversa com o poder público, onde, como representantes do setor produtivo industrial, compartilhamos os anseios do empresariado, as demandas que recebemos deles, a fim de encontrar soluções conjuntas com outras entidades e órgãos do governo”.

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