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Petrobras investirá cerca de R$ 8 bi para perfurar na margem equatorial e inclui o Maranhão


Data: 8 de outubro de 2021
Crédito: Coordenação de Comunicação e Eventos do Sistema FIEMA
Fotos: Divulgação
Fonte da notícia:FIEMA

BRASÍLIA -  A Petrobras planeja investir cerca de R$ 8 bilhões na perfuração de poços na margem equatorial do Brasil, nos próximos cinco anos, e as bacias Pará-Maranhão e de Barreirinhas estão entre as prioridades da empresa. 

O anúncio do investimento foi feito pela Petrobras no evento “Petrobras: Margem Equatorial Brasileira”, realizado em Brasília (DF) na última quarta-feira (dia 6). A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA) foi uma das entidades convidadas; e também indicou a Agência Espacial Brasileira, que foi representada pelo seu presidente Carlos Moura. 

“A Margem Equatorial brasileira é um dos maiores investimentos para a indústria do petróleo no planeta. A Petrobras mostrou nessa reunião, que essa bacia é prioridade”, afirmou o professor Alan Kardec Barros, consultor da FIEMA e ex-Diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que representou a FIEMA no encontro. 

Segundo estudos realizados pela Petrobras as bacias sedimentares da margem equatorial brasileira, que engloba as bacias - da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão /Barreirinhas e Potiguar - mostram semelhanças com descobertas feitas no Golfo da Guiné, na África, e na Guiana/Suriname, o que sugere grande potencial exploratório de produção. 

“Os poços da Guiana e Suriname, mais essas descobertas na África que estão dando muito, despertou o interesse da Petrobras na região da Margem Equatorial. E a empresa anunciou que irá perfura poços na Bacia de Barreirinhas”, explicou Alan Kardec. 

A petrolífera brasileira anunciou que perfurará oito poços no período de 2022 a 2025, dos quais seis poços serão na linha divisória com a Guiana Francesa. Dois desses poços serão perfurados já no ano que vem, na Foz do Amazonas, próximo a Guiana. 

Segundo a empresa, o Ibama deve liberar a autorização para que ela perfure no local em breve. “Hoje, a bola está com a gente, não está com o Ibama, que já apreciou parte dos estudos apresentados. Precisamos desenvolver o simulado que demonstra que estamos com todos os recursos necessários para obter licença de perfuração naquela área”, afirmou o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Fernando Borges, durante o evento. 

  

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